É um direito previsto a qualquer presidente em lei criada muito antes de Jair Bolsonaro (PSC).
Desde 2002, o presidente eleito pode nomear 50 pessoas para fazer a transição de governo e este benefício, Bolsonaro vai usar.
Na próxima quarta-feira (1º) o atual ministro-chefe da Casa Civil vai se encontrar com o futuro ministro da pasta, deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS).
E esta equipe de 50 pessoas terá um interessante salário. A remuneração varia de R$ 2.585,13 até R$ 16.581,49. As funções são oito.
Uma delas, que corresponde a 25 nomeações, tem salário de R$ 9.926,60. Dez terão salário de R$ 13.036,74. São os dois cargos com o maior número de ocupantes. O cargo de coordenador é o de maior salário, que deve ser ocupado por Onyx Lorenzoni, contudo, não poderá receber o salário porque a prática seria acúmulo de funções.
São oito cargos diferentes, de indicação de Bolsonaro. Vinte e cinco desses indicados receberão R$ 9.926,60 e dez terão salário de R$ 13.036,74.
São os dois cargos com o maior número de ocupantes. O cargo de coordenador é o de maior salário, mas se Onyx Lorenzoni for o indicado, ele não poderá receber a remuneração, uma vez que já recebe como deputado federal e não poderá acumular as duas funções.
Essas 50 pessoas serão nomeadas para Cargos Especiais de Transição Governamental. Esses cargos poderão ser ocupados a partir de terça-feira (30) e devem ficar vagos até o dia 10 de janeiro, conforme disposição legal.
FONTE/CRÉDITOS: Da Redação/Agências
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