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Após recusarem proposta do Governo, servidores da Unioeste iniciam greve

No Hospital Universitário e nas clínicas da instituição, o atendimento não foi afetado.

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A palavra "greve" tomou o campus da Unioeste de Cascavel na manhã de quinta-feira (11). No portão de entrada da instituição ou no discurso dos servidores, não se falava outro assunto.

Hoje (11) iniciou o período de greve após os professores e técnicos recusarem a proposta de pagamento da data-base oferecida pelo Governo, que previa o reajuste de 5,09%, mas de forma parcelada até 2022. 

Nas primeiras horas do dia, pouca movimentação de estudantes. Os que compareceram ao campus para tratar de questões do ensino foram atendidos normalmente. 

No Hospital Universitário e nas clínicas da Unioeste inicialmente nenhum impacto nos atendimentos, mas o quadro pode mudar se a greve perdurar. 

A manhã foi para debater a situação, dezenas de servidores se reuniram no campus para definir o próximo passo da paralisação que segue no 16º dia sem acordo com o Estado. 

A greve é por conta do não pagamento da data base, o déficit, segundo as classes, passa dos 17% já que não recebem há quatro anos.

Fonte

Catve
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Após recusarem proposta do Governo, servidores da Unioeste iniciam greve

Catve
A palavra "greve" tomou o campus da Unioeste de Cascavel na manhã de quinta-feira (11). No portão de entrada da instituição ou no discurso dos servidores, não se falava outro assunto.

Hoje (11) iniciou o período de greve após os professores e técnicos recusarem a proposta de pagamento da data-base oferecida pelo Governo, que previa o reajuste de 5,09%, mas de forma parcelada até 2022. 

Nas primeiras horas do dia, pouca movimentação de estudantes. Os que compareceram ao campus para tratar de questões do ensino foram atendidos normalmente. 

No Hospital Universitário e nas clínicas da Unioeste inicialmente nenhum impacto nos atendimentos, mas o quadro pode mudar se a greve perdurar. 

A manhã foi para debater a situação, dezenas de servidores se reuniram no campus para definir o próximo passo da paralisação que segue no 16º dia sem acordo com o Estado. 

A greve é por conta do não pagamento da data base, o déficit, segundo as classes, passa dos 17% já que não recebem há quatro anos.

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