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Idosa diz que enfermeiro ministrou formol em soro

Após o servidor injetar o outro líquido no soro, a idosa sentiu que a boca estava 'seca' e dormência na língua e céu da boca.

CGN

O medo e insegurança estão estampados no rosto da idosa Terezinha Celestino Ribeiro. A idosa de 62 anos relatou no fim da noite do dia (09),  um problema que teve na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Brasília em Cascavel, na manhã de quarta-feira (08).

A moradora estava no Terminal de Transbordo Leste no Bairro São Cristóvão e começou a sentir muita dor, devido ao nervo ciático. Após ela passar mal, uma equipe de socorro a encaminhou à UPA para avaliação médica.

Na unidade, a idosa recebeu um primeiro atendimento da equipe e um enfermeiro foi aplicar uma injeção. A mulher sentiu muita dor e, quando colocou a mão onde foi aplicada a medicação, percebeu que saía bastante sangue. Após este procedimento, o servidor foi injetar soro no braço da moradora e teve dificuldade de 'localizar' uma veia para aplicação. Neste instante, a paciente comentou sobre a complexidade dos profissionais de saúde em encontrarem a veia para injetar medicação. O servidor mudou de humor e passou a ter outro tipo de atendimento com a paciente.

Na sequência chegou uma enfermeira e que, na primeira tentativa, conseguiu localizar uma veia e aplicou o soro. O enfermeiro retornou com uma seringa no bolso e disse para a paciente que iria aplicar formol na veia dela, dizendo que ela nunca mais iria sentir dor na perna.

Após o servidor injetar o outro líquido no soro, a idosa sentiu que a boca estava 'seca' e dormência na língua e céu da boca. No desespero, a paciente arrancou o soro do braço, que rapidamente ficou ensanguentado.

 

Um pouco melhor, Terezinha foi até a Delegacia de Polícia Civil, registrar um boletim de ocorrências contra o enfermeiro. Ela precisava do nome do servidor para completar o documento policial e foi orientada a retornar à UPA para conseguir a identificação do homem. Quando ela conseguiu o nome e já estava retornando para a delegacia, ela foi abordada pelo servidor que, de acordo com a idosa, a ameaçou.

Terezinha guardou o soro que teria sido violado pelo servidor. Ela espera que análises comprovem a presença de outro elemento na medicação.

A idosa finaliza dizendo que espera que o caso seja investigado e que as autoridades responsabilizem o servidor pelos atos que cometeu. Terezinha teme que outros pacientes podem ter algum atendimento médico prejudicado pelas atitudes do enfermeiro.

Fonte

CGN
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Idosa diz que enfermeiro ministrou formol em soro

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O medo e insegurança estão estampados no rosto da idosa Terezinha Celestino Ribeiro. A idosa de 62 anos relatou no fim da noite do dia (09),  um problema que teve na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Brasília em Cascavel, na manhã de quarta-feira (08).

A moradora estava no Terminal de Transbordo Leste no Bairro São Cristóvão e começou a sentir muita dor, devido ao nervo ciático. Após ela passar mal, uma equipe de socorro a encaminhou à UPA para avaliação médica.

Na unidade, a idosa recebeu um primeiro atendimento da equipe e um enfermeiro foi aplicar uma injeção. A mulher sentiu muita dor e, quando colocou a mão onde foi aplicada a medicação, percebeu que saía bastante sangue. Após este procedimento, o servidor foi injetar soro no braço da moradora e teve dificuldade de 'localizar' uma veia para aplicação. Neste instante, a paciente comentou sobre a complexidade dos profissionais de saúde em encontrarem a veia para injetar medicação. O servidor mudou de humor e passou a ter outro tipo de atendimento com a paciente.

Na sequência chegou uma enfermeira e que, na primeira tentativa, conseguiu localizar uma veia e aplicou o soro. O enfermeiro retornou com uma seringa no bolso e disse para a paciente que iria aplicar formol na veia dela, dizendo que ela nunca mais iria sentir dor na perna.

Após o servidor injetar o outro líquido no soro, a idosa sentiu que a boca estava 'seca' e dormência na língua e céu da boca. No desespero, a paciente arrancou o soro do braço, que rapidamente ficou ensanguentado.

 

Um pouco melhor, Terezinha foi até a Delegacia de Polícia Civil, registrar um boletim de ocorrências contra o enfermeiro. Ela precisava do nome do servidor para completar o documento policial e foi orientada a retornar à UPA para conseguir a identificação do homem. Quando ela conseguiu o nome e já estava retornando para a delegacia, ela foi abordada pelo servidor que, de acordo com a idosa, a ameaçou.

Terezinha guardou o soro que teria sido violado pelo servidor. Ela espera que análises comprovem a presença de outro elemento na medicação.

A idosa finaliza dizendo que espera que o caso seja investigado e que as autoridades responsabilizem o servidor pelos atos que cometeu. Terezinha teme que outros pacientes podem ter algum atendimento médico prejudicado pelas atitudes do enfermeiro.

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