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Quinta-feira, 27 de Agosto 2026
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Onça-parda é flagrada se alimentando de pônei morto em propriedade de Lindoeste

Família relata que felino atacou o animal e pede apoio após novos registros na região

Onça-parda é flagrada se alimentando de pônei morto em propriedade de Lindoeste
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Um morador da comunidade Boi Preto, em Lindoeste, pede providências após uma onça-parda atacar e matar uma pônei na propriedade da família. 

O caso aconteceu na última segunda-feira (24) e tem causado preocupação entre moradores da região.

Samuel Júnior, proprietário do animal, conta que a propriedade fica às margens da BR-163, a cerca de 2 km da comunidade de Santa Maria. 

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Imagens de câmeras de monitoramento mostram a onça-parda no local para se alimentar da carcaça do animal.

Onça-parda é suspeita de matar pônei em propriedade rural de Lindoeste

Segundo ele, o felino de grande porte atacou a pônei, que pertencia ao filho dele, e a levou até os fundos da propriedade, onde o animal foi abatido.

Após o ataque, a família acionou o Projeto Onças do Iguaçu, que esteve no local para avaliar a situação. Câmeras de monitoramento e equipamentos luminosos foram instalados para acompanhar a movimentação do felino e tentar afastá-lo da propriedade.

"O que deixa a gente muito preocupado é que esse animal continua na região. Aqui predominam lavouras e pecuária, os animais ficam a campo e ele vem se alimentando de animais domésticos", afirmou.

O morador relata que outros animais da vizinhança também desapareceram nos últimos meses.

Segundo Samuel, a pequena área de mata existente na região pode fazer com que a onça procure alimento nas propriedades rurais.

A presença do felino também preocupa os moradores por causa da circulação de crianças e idosos na comunidade.

"A gente vem pedir encarecidamente para que os órgãos competentes capturem esse animal e o realoquem no habitat natural dele. É muito difícil prender todos os animais todas as noites por causa desse felino solto", destacou.

Samuel também contestou a avaliação de que a pônei teria entrado na mata antes do ataque.

O caso segue sendo acompanhado pelo Projeto Onças do Iguaçu, que monitora a área para confirmar a movimentação do felino e orientar os moradores sobre medidas para reduzir o risco de novos ataques.

FONTE/CRÉDITOS: Catve

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