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Domingo, 12 de Abril de 2026
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Polícia apreende 700 quilos de maconha após perseguição

Amarok carregada com a droga bateu em caminhonete recém-comprada e motorista fugiu.

Polícia apreende 700 quilos de maconha após perseguição
Via Catve
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Na noite deste domingo (10), uma operação conjunta das equipes do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron), 6º Batalhão de Polícia Militar e RPA Santa Cruz resultou na apreensão de cerca de 700 quilos de maconha em Cascavel, no bairro Cascavel Velho.

A ação teve início após denúncia e trabalho de inteligência das forças de segurança, que localizaram uma caminhonete Amarok em alta velocidade na BR-277, na região do Guarujá. Segundo a polícia, ao tentar abordar o veículo, o motorista não obedeceu à ordem de parada e fugiu pelas ruas da cidade.

Durante a perseguição, houve troca de tiros entre o motorista e os policiais, sem feridos. A fuga terminou quando a caminhonete bateu em um carro estacionado e em um poste no bairro Cascavel Velho. O motorista abandonou o veículo e fugiu para uma área de mata, não sendo localizado até o momento.

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No veículo, a polícia encontrou aproximadamente 700 quilos de maconha, que foram apreendidos e levados junto com a caminhonete para a delegacia para os procedimentos legais. A polícia continua investigando e pede que qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito seja informada pelos números 153, 190 ou 197.

O acidente com a caminhonete usada na fuga acabou atingindo também um veículo que estava estacionado, pertencente a um casal que comprou o carro há dois dias.

Rosilda de Lara, proprietária do veículo atingido, contou o susto e a tristeza. "Do nada, carro, viatura, barulho e um prejuízo. É difícil, não é? Porque é um sonho. É um sonho que eu demorei para conquistar e aí destruírem em segundos." Rosilda explicou que o veículo era muito importante para a família, já que ela pretendia usar o automóvel para empreender e dar entrada na compra de uma casa maior para a família, que tem um bebê pequeno.

Marcelo Ferreira, marido de Rosilda, falou sobre o momento da batida. "Foi questão de manobrar para guardar, questão de segundos. Mas ainda assim, se tivesse demorado mais, a batida poderia ter sido pior. Talvez a gente poderia estar dentro do veículo, e a pancada foi violenta. Graças a Deus, só prejuízo material mesmo."

O casal lamenta o ocorrido, mas espera conseguir recuperar o prejuízo com o tempo.

FONTE/CRÉDITOS: Catve
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