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Quarta-feira, 13 de Maio de 2026
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Polícia cumpre mandados contra grupo que movimentou R$ 14 milhões com o golpe do presente

Esquema lesou 270 vítimas no Paraná, além de outras em São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia

Polícia cumpre mandados contra grupo que movimentou R$ 14 milhões com o golpe do presente
Reprodução/Polícia Civil do Paraná
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A Polícia Civil do Paraná está nas ruas na manhã desta terça-feira (25) para cumprir 172 mandados judiciais contra um grupo criminoso que movimentou mais de R$ 14 milhões aplicando o golpe do presente. A operação tem o apoio da Polícia Civil de São Paulo e acontece nas cidades paulistas de São Bernardo do Campo, Diadema e São Paulo capital.

Entre as ordens judiciais estão 41 mandados de prisão, 90 de busca e apreensão e 41 bloqueios de contas bancárias. A ação visa desarticular o esquema que lesou 270 vítimas no Paraná, além de outras em São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia.

A investigação teve início a cerca de um ano e identificou a estrutura da organização criminosa, bem como seu modo de ação. Ao longo das diligências, em junho deste ano, a polícia apreendeu, em Curitiba, 12 máquinas de cartão adulteradas que foram utilizadas na aplicação do golpe.

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"Os criminosos procuravam vítimas que estavam fazendo aniversário e se passavam por floriculturas ou lojas de chocolate. Alegavam que precisavam entregar à vítima um presente e que iriam cobrar uma taxa referente ao motoboy", afirma o delegado da PCPR Emmanoel David.

A vítima era orientada a realizar o pagamento com o cartão bancário. Ao inseri-lo na máquina, o motoboy simulava erros nas transações e posteriormente ia embora. "Essas máquinas eram adulteradas com softwares maliciosos que captavam as informações do cartão e a senha da vítima", descreve o delegado.

Em outras ocasiões, os golpistas passavam valores altos sem que a vítima percebesse ou trocavam o cartão dela por outro do mesmo banco.

Após a aplicação do golpe, o dinheiro era rapidamente pulverizado para diversas contas bancárias de laranjas com o intuito de ocultar os valores e dificultar o rastreamento pelas instituições financeiras e pela polícia.

FONTE/CRÉDITOS: Polícia Civil
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