Após terem sido alvo de buscas e apreensões, a prefeitura e a câmara de Marechal Cândido Rondon se manifestaram sobre a ação do Gaeco que cumpriu 5 mandados de prisão e 20 ordens de busca e apreensão, durante a operação denominada de “Pula Pula”.
A administração municipal esclareceu que o Gaeco
solicitou acesso a documentações do setor de licitações, sobre compras diretas e processos licitatórios realizados pelo município desde o ano de 2009.
Toda a documentação solicitada foi fornecida aos agentes.
As investigações recaem sobre supostas irregularidades na constituição de empresas, e não sobre os processos licitatórios em si.
A prefeitura afirma que na atual gestão, as compras realizadas junto às empresas investigadas foram feitas obedecendo os preceitos legais.
Já o Poder Legislativo informou que os contratos suspeitos de irregularidades foram firmados entre empresas e a Prefeitura.
Nenhuma licitação ou contrato envolvendo a Câmara de Vereadores está sob suspeita, segundo a nota da câmara.
As buscas no Poder Legislativo restringiram-se exclusivamente à mesa e ao arquivo particular do vereador preso e que não houve buscas na contabilidade, nem na secretaria ou qualquer outro gabinete ou dependência da Câmara de Vereadores.
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