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Sexta-feira, 19 de Julho de 2024

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Professora é afastada suspeita de colar a boca de crianças com fita adesiva

Secretaria de Educação informou que instaurou um processo administrativo para apurar os fatos.

Professora é afastada suspeita de colar a boca de crianças com fita adesiva
Reprodução G1
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Uma professora da rede municipal de ensino de Matinhos, no litoral do Paraná, foi afastada suspeita de colar a boca de crianças com fita adesiva para mantê-las em silêncio.

De acordo com a Polícia Civil (PC-PR), em boletim de ocorrência registrado pela mãe de uma das crianças, pelo menos cinco alunos da mesma classe, com idades em torno de 6 anos, contaram aos pais que tiveram suas bocas coladas com a fita “por estarem conversando”.

De acordo com a denúncia, o caso aconteceu no dia 21 de fevereiro. Segundo uma mãe, que prefere não se identificar, naquele dia estava chovendo e a escola autorizou buscar os filhos na porta da sala de aula.

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Ainda conforme a mulher, quando encontrou o filho, ele estava com uma fita colada no braço.

“E ele falou assim: ‘mãe, eu vou tirar essa fita que tá me incomodando’, tava no bracinho dele. Eu falei: ‘filho, o que essa fita ta fazendo no seu braço?’ e ele falou: ‘mãe, a profe colou na minha boca'”, disse.

A polícia informou que ouviu sete pessoas e realizou um termo circunstanciado que foi encaminhado à Justiça.

O secretário de educação, Mario Braga, disse que, após a denúncia dos pais, instruiu para que eles fossem até o prédio da prefeitura de Matinhos, no setor de ouvidoria, para formalizar a denúncia.

Ele disse que também ouviram a versão da professora.

“Resolvemos tomar um ato administrativo substituindo a professora regente desta turma para que os fatos sejam apurados e esclarecidos”, disse.

Depois, em nota, a Secretaria de Educação de Matinhos informou que afastou a professora e instaurou um processo administrativo para apurar os fatos. Disse ainda que não compactua com nenhuma forma de violência.

O Ministério Público (MP-PR) também foi informado sobre o caso. O g1 aguarda retorno do órgão sobre o assunto.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações do G1
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