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Professores da rede estadual mobilizam paralisação no Paraná

Reivindicação é referente ao congelamento salarial da categoria.

Cateve
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A APP Sindicato (Sindicato dos Trabalhadores da Educação) está mobilizando uma paralisação entre professores e funcionário de colégios estaduais no dia 29 de abril em Curitiba. 

A reivindicação é referente ao congelamento salarial da categoria. Sem receber a reposição anual da inflação há mais de três anos, a defasagem já chega a 16,24% e atinge, além dos educadores, todo o funcionalismo vinculado ao Poder Executivo estadual.

Durante a campanha eleitoral, o governador Ratinho Junior (PSD) prometeu o pagamento. Disse também que, em um dos primeiros atos de seu governo, se reuniria com os sindicatos para anunciar o percentual a ser concedido nos quatro anos do seu mandato.

Faltando poucos dias para 1º de maio, quando vence a data-base, o governador ainda não cumpriu as promessas e divulgou pela imprensa a intenção de manter o congelamento. A alegação é de dificuldade financeira. 

Segundo o Presidente da APP Sindicato em Cascavel, Daniel Nascimento, os professores estão se mobilizando para ir até Curitiba reivindicar os direitos, "Cerca de 90 trabalhadores aqui de Cascavel, divididos em dois ônibus vão à capital do estado cobrar pelos direitos", informou o presidente. 

Em Curitiba, a manifestação terá início às 9h na Praça Santos Andrade. De lá, os trabalhadores seguirão em caminhada até o Palácio Iguaçu para pressionar o governador.

A paralisação foi aceita por 90% dos colégios públicos da rede estadual. Esse ato vai afetar mais de 40 mil estudantes na região pertencente ao Núcleo Regional de Educação de Cascavel, entre as instituições afetadas está a Unioeste. Os trabalhadores que não aderiram a paralisação vão ao trabalho normalmente.

Questionado sobre a possibilidade de greve, o presidente da APP Sindicato, disse que a categoria segue firme nas cobranças, "vamos continuar pressionando o governador e caso ele não aceite pagar os nossos direitos, a possibilidade de greve por tempo indeterminado não está descartada," concluiu Daniel.

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Cateve
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Professores da rede estadual mobilizam paralisação no Paraná

Cateve
A APP Sindicato (Sindicato dos Trabalhadores da Educação) está mobilizando uma paralisação entre professores e funcionário de colégios estaduais no dia 29 de abril em Curitiba. 

A reivindicação é referente ao congelamento salarial da categoria. Sem receber a reposição anual da inflação há mais de três anos, a defasagem já chega a 16,24% e atinge, além dos educadores, todo o funcionalismo vinculado ao Poder Executivo estadual.

Durante a campanha eleitoral, o governador Ratinho Junior (PSD) prometeu o pagamento. Disse também que, em um dos primeiros atos de seu governo, se reuniria com os sindicatos para anunciar o percentual a ser concedido nos quatro anos do seu mandato.

Faltando poucos dias para 1º de maio, quando vence a data-base, o governador ainda não cumpriu as promessas e divulgou pela imprensa a intenção de manter o congelamento. A alegação é de dificuldade financeira. 

Segundo o Presidente da APP Sindicato em Cascavel, Daniel Nascimento, os professores estão se mobilizando para ir até Curitiba reivindicar os direitos, "Cerca de 90 trabalhadores aqui de Cascavel, divididos em dois ônibus vão à capital do estado cobrar pelos direitos", informou o presidente. 

Em Curitiba, a manifestação terá início às 9h na Praça Santos Andrade. De lá, os trabalhadores seguirão em caminhada até o Palácio Iguaçu para pressionar o governador.

A paralisação foi aceita por 90% dos colégios públicos da rede estadual. Esse ato vai afetar mais de 40 mil estudantes na região pertencente ao Núcleo Regional de Educação de Cascavel, entre as instituições afetadas está a Unioeste. Os trabalhadores que não aderiram a paralisação vão ao trabalho normalmente.

Questionado sobre a possibilidade de greve, o presidente da APP Sindicato, disse que a categoria segue firme nas cobranças, "vamos continuar pressionando o governador e caso ele não aceite pagar os nossos direitos, a possibilidade de greve por tempo indeterminado não está descartada," concluiu Daniel.

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