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Novas eleições, discursos remodelados... novos eleitores, velha inocência

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Novas eleições, discursos remodelados... novos eleitores, velha inocência
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Estimados Amigos, estamos mais uma vez às vésperas de eleições em nosso país. Renova- se a esperança, espera- se a mudança e suplica- se o fim, ou pelo menos, amenização da corrupção.

Mas como será possível mudar essa triste realidade pela qual passa o Brasil?

Nas pesquisas realizadas pelos principais institutos aparecem na liderança, um candidato que está preso e, a principio impugnado e logo na sequencia um veterano de guerra, há quase três décadas no congresso e com pouco para apresentar, adota a velha estratégia que já elegeu outros em um passado bem recente. O Caçador de Marajás do céculo passado, agora vem na versão de Capitão de um Exército, que mais parece uma Ceita, que ouve sem questionar e reproduz sem aceitar oposição ou contraponto.

Um populismo conquistado com discursos de frases prontas e de efeito tem ludibriado eleitores de 2018 que, bombardeados com editoriais de corrupção, são presas fáceis de velhas táticas dos anos 80.

A mídia, em especial a grande mídia, corre em círculo tentando arrancar segundo turno pra tudo quanto é lado, se pudesse, até para cargos do legislativo. Poucos sabem que eleições são um grande negócio para os grandes conglomerados midiáticos. Lucra- se milhões e de milhões de formas.

Enquanto pobres eleitores mortais debatem se Lula é um preso político ou um político preso, se Bolsonaro é machista, homofóbico e racista, nos porões do 'Quarto Poder' a poderosa discute como lucrar mais com os hoje candidatos e amanhã governantes.

Uma coisa os eleitores precisam ter ciência e não é tão difícil de entender, basta o mínimo de raciocínio, quem votou para o Lula votou, quem não votou, muito provavelmente não votará mais, pelo menos não nesta eleição. E quem pensa em votar para o Bolsonaro acreditando que ele vai liberar a posse de armas, acabar com a corrupção, tráfico nos morros e tantas outras promessas hollywoodianas que reafirma por onde passa, está um tanto quanto enganado. Não se governa sem Congresso, Executivo não anda sem o Legislativo, e ainda, e talvez pior, sem a mídia. Ou ele fecha o congresso e censura a mídia com uso das Forças Armadas ou terá que dançar a mesma valsa que aqueles que conseguiram concluir seus mandatos bailaram, uns mais, outros menos. Collor, Dilma e Copatti pagaram o preço de não bailar com os outros dois poderes.

Como diria o Capitão Nascimento; “ O sistema é foda!”

FONTE/CRÉDITOS: Alex Moreno

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