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ELEIÇÕES 2020; PSL de Santa Helena tem nova Comissão Provisória

O partido do presidente Jair Bolsonaro e do clã Francischini traz polêmica nas mudanças.

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O PSL de Santa Helena está sob nova direção. A exemplo do que vem acontecendo em outros municípios, a sigla já tem nova Comissão Provisória disponível no site do TSE – Tribunal Superior Eleitoral.

Quem aparece na presidência é o ex- presidente do MDB e do Solidariedade, Claudio Martinelli, que hoje é Diretor- Geral da Câmara de Vereadores.

O vice- presidente é o empresário, Clécio Fantinel, que a exemplo de grande maioria da nova Comissão Provisória é oriundo do Solidariedade. 

Membro

Cargo

 

Exercício / Situação

CLAUDIO MARTINELLI

PRESIDENTE

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

CLECIO FANTINELL

VICE-PRESIDENTE

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

JOCEMAR RÉUS GONÇALVES

PRIMEIRO SECRETÁRIO

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

MAURICIO ZIMMERMAN

SEGUNDO SECRETÁRIO

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

OSMAR MANIERI CARLESSO

PRIMEIRO TESOUREIRO

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

ANDRIO BEATER KONZELMANN

SEGUNDO TESOUREIRO

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

VITOR JOSÉ SPAZZINI

VOGAL

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

 

OPINIÃO – Por Alex Moreno

Apesar de parecer um momento tranquilo na política local e que partidos e lideranças praticamente não se mobilizam com exceções como MDB, PDT e PP, outros partidos e figurões estão focados em articulações com vistas às eleições do ano que vem.

A cada eleição nota- se mudanças no eleitorado e também por consequência, na forma de fazer política. O barulho das trincheiras de outrora está ano após ano sendo trocado pelo silêncio dos quartéis e seus estrategistas.

No silêncio e sem causar maiores alvoroços, pelo menos aparentes, um grupo que comandava o Solidariedade em Santa Helena assumiu o PSL, partido dos clãs Bolsonaro e Francischini.

A princípio, o que parece um “golpe” tem lá seu fundamento. Nas últimas eleições, enquanto as principais lideranças do PSL no município abraçaram campanhas de candidatos de outras siglas, líderes do Solidariedade inteligentemente adotaram candidatos como Fernando e Felipe Francischini e Coronel Lee, por exemplo. O resultado não podia ser diferente.

Os motivos que levaram os dois vereadores do PSL, Titi e Tonico, a não apoiar candidatos do partido, quem pode dizer são eles, e o espaço está democraticamente aberto, mas o insucesso de seus candidatos unido a evidente divisão interna resultou na perda de comando da sigla.

Valdonir Weizenmann, o Titi, tem história no PSL, carrega a bandeira há quase duas décadas. Foi o primeiro político eleito pelo partido no município, está no terceiro mandato e já presidiu a Câmara de Vereadores por três oportunidades, uma delas quando foi vice do então presidente Jucerlei Sotoriva, que se licenciou do cargo em 2012, ano em que foi eleito prefeito.

Qual será o futuro do PSL? Como se comportarão as lideranças raízes do partido? Como será a relação entre a velha guarda e os novos síndicos desse que hoje é nada menos que o partido do presidente da República, do deputado estadual com a maior votação da história do Paraná e do presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Fernando, o pai, também preside a CCJ da Assembleia Legislativa do Paraná.

Números

O deputado estadual FERNANDO Francischini fez em Santa Helena nas últimas eleições 624 votos, já seu filho, eleito deputado federal, totalizou 545. Coronel Lee, deputado estadual, somou 599 votos. Eles foram apoiados por lideranças do Solidariedade.

Representatividade Local

Partido que tem junto com MDB e PP as maiores bancadas do Legislativo local e que pode sim eleger o próximo prefeito ou fazer parte da majoritária vencedora.

Tonico, um dos vereadores do PSL, é vice- presidente da Casa.

As respostas para as perguntas acima saberemos nas cenas dos próximos capítulos. Acompanhe!

 

Fonte

Da Redação/ Alex Moreno
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ELEIÇÕES 2020; PSL de Santa Helena tem nova Comissão Provisória

Da Redação/ Alex Moreno

O PSL de Santa Helena está sob nova direção. A exemplo do que vem acontecendo em outros municípios, a sigla já tem nova Comissão Provisória disponível no site do TSE – Tribunal Superior Eleitoral.

Quem aparece na presidência é o ex- presidente do MDB e do Solidariedade, Claudio Martinelli, que hoje é Diretor- Geral da Câmara de Vereadores.

O vice- presidente é o empresário, Clécio Fantinel, que a exemplo de grande maioria da nova Comissão Provisória é oriundo do Solidariedade. 

Membro

Cargo

 

Exercício / Situação

CLAUDIO MARTINELLI

PRESIDENTE

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

CLECIO FANTINELL

VICE-PRESIDENTE

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

JOCEMAR RÉUS GONÇALVES

PRIMEIRO SECRETÁRIO

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

MAURICIO ZIMMERMAN

SEGUNDO SECRETÁRIO

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

OSMAR MANIERI CARLESSO

PRIMEIRO TESOUREIRO

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

ANDRIO BEATER KONZELMANN

SEGUNDO TESOUREIRO

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

VITOR JOSÉ SPAZZINI

VOGAL

 

22/04/2019 - 18/10/2019 / Ativo

 

OPINIÃO – Por Alex Moreno

Apesar de parecer um momento tranquilo na política local e que partidos e lideranças praticamente não se mobilizam com exceções como MDB, PDT e PP, outros partidos e figurões estão focados em articulações com vistas às eleições do ano que vem.

A cada eleição nota- se mudanças no eleitorado e também por consequência, na forma de fazer política. O barulho das trincheiras de outrora está ano após ano sendo trocado pelo silêncio dos quartéis e seus estrategistas.

No silêncio e sem causar maiores alvoroços, pelo menos aparentes, um grupo que comandava o Solidariedade em Santa Helena assumiu o PSL, partido dos clãs Bolsonaro e Francischini.

A princípio, o que parece um “golpe” tem lá seu fundamento. Nas últimas eleições, enquanto as principais lideranças do PSL no município abraçaram campanhas de candidatos de outras siglas, líderes do Solidariedade inteligentemente adotaram candidatos como Fernando e Felipe Francischini e Coronel Lee, por exemplo. O resultado não podia ser diferente.

Os motivos que levaram os dois vereadores do PSL, Titi e Tonico, a não apoiar candidatos do partido, quem pode dizer são eles, e o espaço está democraticamente aberto, mas o insucesso de seus candidatos unido a evidente divisão interna resultou na perda de comando da sigla.

Valdonir Weizenmann, o Titi, tem história no PSL, carrega a bandeira há quase duas décadas. Foi o primeiro político eleito pelo partido no município, está no terceiro mandato e já presidiu a Câmara de Vereadores por três oportunidades, uma delas quando foi vice do então presidente Jucerlei Sotoriva, que se licenciou do cargo em 2012, ano em que foi eleito prefeito.

Qual será o futuro do PSL? Como se comportarão as lideranças raízes do partido? Como será a relação entre a velha guarda e os novos síndicos desse que hoje é nada menos que o partido do presidente da República, do deputado estadual com a maior votação da história do Paraná e do presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Fernando, o pai, também preside a CCJ da Assembleia Legislativa do Paraná.

Números

O deputado estadual FERNANDO Francischini fez em Santa Helena nas últimas eleições 624 votos, já seu filho, eleito deputado federal, totalizou 545. Coronel Lee, deputado estadual, somou 599 votos. Eles foram apoiados por lideranças do Solidariedade.

Representatividade Local

Partido que tem junto com MDB e PP as maiores bancadas do Legislativo local e que pode sim eleger o próximo prefeito ou fazer parte da majoritária vencedora.

Tonico, um dos vereadores do PSL, é vice- presidente da Casa.

As respostas para as perguntas acima saberemos nas cenas dos próximos capítulos. Acompanhe!

 

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