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Médicos descobrem gêmea parasita em jovem de 17 anos

Condição é conhecida como "fetus in fetu" e é extremamente rara, ocorrendo em apenas 1 a cada 500 mil nascimentos.á

Massa de 30×16×10 centímetros estava sob o fígado e foi retirada em cirurgia (Foto: BMJ Case Reports 2019)
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Uma indiana de 17 anos foi parar no hospital após sentir dor abdominal. Até aí, quem nunca, né? Mas não era só mais um caso de cólica intensa ou um alimento que caiu mal. Chegando lá, os médicos descobriram que os sintomas eram resultado de um parasita: o feto de sua irmã gêmea.

A condição é conhecida como fetus in fetu (FIF) e é extremamente rara, ocorrendo em apenas 1 a cada 500 mil nascimentos. Uma das principais explicações é que o gêmeo parasita surge como um feto normal, que compartilha a placenta com o irmão, como em qualquer outra gravidez. Mas, depois de um tempo, é "envolvido" pelo companheiro.

Além da paciente indiana, apenas sete outros casos foram registrados em adultos, sendo a pessoa mais velha diagnosticada com 47 anos. No caso da menina, o diagnóstico foi feito graças a exames de ressonância magnética nos quais os médicos puderam notar a existência de uma massa que tinha áreas calcificadas, com gordura, além de cabelo, vértebras, costelas e ossos, por exemplo. 

Muitas vezes, casos como esse são, na verdade, teratomas – tumores compostos por vários tipos de tecido, como cabelo, músculo, dentes e ossos. Os sintomas são principalmente inchaço e dor no local. O tratamento é cirúrgico e, em episódios mais raros, o tumor pode ser maligno.  

A menina indiana passou por uma cirurgia, e os médicos retiraram uma massa de 30×16×10 centímetros sob o fígado dela. Segundo os profissionais, a paciente está se recuperando bem. "Estou me sentindo muito bem, meu abdômen está plano e meus pais também estão muito felizes", disse ela à equipe.

 

 
 

Fonte

Revista Galileu
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Médicos descobrem gêmea parasita em jovem de 17 anos

Revista Galileu

Uma indiana de 17 anos foi parar no hospital após sentir dor abdominal. Até aí, quem nunca, né? Mas não era só mais um caso de cólica intensa ou um alimento que caiu mal. Chegando lá, os médicos descobriram que os sintomas eram resultado de um parasita: o feto de sua irmã gêmea.

A condição é conhecida como fetus in fetu (FIF) e é extremamente rara, ocorrendo em apenas 1 a cada 500 mil nascimentos. Uma das principais explicações é que o gêmeo parasita surge como um feto normal, que compartilha a placenta com o irmão, como em qualquer outra gravidez. Mas, depois de um tempo, é "envolvido" pelo companheiro.

Além da paciente indiana, apenas sete outros casos foram registrados em adultos, sendo a pessoa mais velha diagnosticada com 47 anos. No caso da menina, o diagnóstico foi feito graças a exames de ressonância magnética nos quais os médicos puderam notar a existência de uma massa que tinha áreas calcificadas, com gordura, além de cabelo, vértebras, costelas e ossos, por exemplo. 

Muitas vezes, casos como esse são, na verdade, teratomas – tumores compostos por vários tipos de tecido, como cabelo, músculo, dentes e ossos. Os sintomas são principalmente inchaço e dor no local. O tratamento é cirúrgico e, em episódios mais raros, o tumor pode ser maligno.  

A menina indiana passou por uma cirurgia, e os médicos retiraram uma massa de 30×16×10 centímetros sob o fígado dela. Segundo os profissionais, a paciente está se recuperando bem. "Estou me sentindo muito bem, meu abdômen está plano e meus pais também estão muito felizes", disse ela à equipe.

 

 
 

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