A confirmação do Brasil na lista de países vetados para a exportação de carnes e outras proteínas animais à União Europeia a partir de setembro provocou manifestações de representantes do setor produtivo.
Em nota, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) classificou a medida como “uma manobra burocrática para criar travas artificiais ao comércio internacional...O pretexto europeu, focado no uso de antibióticos, cai por terra diante dos fatos: os rebanhos de concorrentes diretos como os Estados Unidos, a Austrália e da Nova Zelândia utilizam rigorosamente os mesmos produtos fitossanitários e, convenientemente, não sofreram qualquer tipo de restrição, bloqueio ou veto por parte da UE. Essa disparidade de tratamento escancara um protecionismo comercial unilateral direcionado especificamente para tentar frear a nossa competitividade”.
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