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Domingo, 19 de Abril de 2026
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Rogério Caboclo é acusado de assédio moral por diretor da CBF

Chefe de Tecnologia da Informação afirma que foi "injuriado, difamado e sofreu agressões ameaçadoras" numa reunião na casa do presidente afastado

Rogério Caboclo é acusado de assédio moral por diretor da CBF
GE
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A Comissão de Ética da CBF recebeu mais uma denúncia formal contra o presidente afastado, Rogério Caboclo. A queixa é por assédio moral de outra vítima, o diretor de Tecnologia da Informação, Fernando França. O documento foi enviado ao órgão pelo diretor no último dia 22.

Nele, o dirigente afirma que Rogério Caboclo praticou "condutas ilícitas e repugnantes" e pede que seja aberto um novo processo contra o presidente afastado.

Trata-se da segunda denúncia de assédio moral realizada contra Caboclo. No dia 6 de junho, ele foi afastado por 30 dias da presidência por uma decisão da Comissão de Ética. Dois dias antes, o ge havia revelado que uma funcionária o acusou de assédio moral e assédio sexual.

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Na denúncia protocolada no dia 22, França escreveu que "foi injuriado, difamado e sofreu agressões ameaçadoras, o que, sem dúvida, caracteriza abuso de poder e afronta ao princípio da moralidade".

Na sexta-feira, o colunista Ancelmo Góis, de O Globo, havia noticiado que França acionara a Comissão de Ética. 

No texto, o diretor da CBF afirma que um dos episódios ocorreu no apartamento de Caboclo, no dia 21 de abril, no Rio de Janeiro. "O denunciante sofreu verdadeiro massacre moral", traz a denúncia.

Segundo o texto, o então presidente cobrava providências sobre o caso de assédio denunciado por uma secretária de Caboclo. Embora essa informação não conste da denúncia inicial, a França afirmou a pessoas próximas que Caboclo queria que o telefone e os e-mails da secretária fossem rastreados, mas teria se negado a fazer.

No documento, França diz que "insatisfeito pelos esclarecimentos prestados pelo denunciante, o acusado perdeu completamente o controle e passou a declarar que o denunciante se tratava de um incompetente amador e primário".

O diretor de TI da CBF informou ainda que tudo ocorreu na presença de outro funcionário, que deve ser chamado pela Comissão de Ética a depor na próxima semana.

O testemunho de França pode complicar ainda mais a situação do presidente afastado da CBF, que corre o risco de perder o cargo.

 
 
FONTE/CRÉDITOS: GE
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