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Quarta-feira, 22 de Julho 2026
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Homem acusado de ocultar corpo da companheira em geladeira é preso na região

Thaíssa Lino de Souza, de 22 anos, foi morta por Renan de Lorena Reus, de 32 anos

Homem acusado de ocultar corpo da companheira em geladeira é preso na região
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Renan de Lorena Reus, de 32 anos, foragido acusado de matar a companheira e esconder o corpo dela dentro de uma geladeira, foi preso em Foz do Iguaçu. A prisão aconteceu após uma ação conjunta entre as Polícias Civis do Paraná e do Rio de Janeiro.

Renan de Lorena Reus era procurado pelo feminicídio de Thaíssa Lino de Souza, de 22 anos, ocorrido em Rio das Ostras (RJ). Ele foi localizado escondido em um quarto alugado nos fundos de uma residência, no bairro Lagoa Dourada. Ele estava foragido desde o ano passado. 

Segundo a Polícia Civil, a localização foi possível após o compartilhamento de informações entre a Divisão de Assessoria de Informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro e as equipes do TIGRE e do Denarc da Polícia Civil do Paraná.

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Durante a abordagem, o suspeito tentou enganar os policiais ao informar uma identidade falsa e dizer que era natural de São Paulo, além de afirmar que não possuía documentos. Após a confirmação de sua identidade, o mandado de prisão preventiva foi cumprido.

Renan foi encaminhado à Cadeia Pública de Foz do Iguaçu, onde permanece à disposição da Justiça.

Relembre o caso

Thaíssa Lino de Souza foi vista pela última vez em 30 de agosto de 2025. Dias depois, preocupados com a falta de contato, familiares foram até a casa onde ela morava com o companheiro e encontraram o corpo da jovem escondido dentro de uma geladeira.

As investigações apontam que o suspeito bloqueou os contatos da vítima no celular para retardar a descoberta do crime e vedou portas e janelas da residência com fita adesiva para tentar conter o cheiro da decomposição.

Ainda conforme a investigação, o casal estava junto havia cerca de cinco anos e já possuía histórico de conflitos. Quando moravam em Nova Iguaçu (RJ), foram registrados boletins de ocorrência por brigas e denúncias de cárcere privado.

A Polícia Civil informou que a autoria do crime foi confirmada por um laudo papiloscópico, que identificou impressões digitais do suspeito na cena do crime. O caso segue em tramitação na Justiça.

FONTE/CRÉDITOS: Catve

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