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Terça-feira, 22 de Setembro 2026
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Lindeiros integra câmara técnica de agropecuária do POD em discussões sobre influenza no Brasil

Diversos assuntos foram debatidos.

Lindeiros integra câmara técnica de agropecuária do POD em discussões sobre influenza no Brasil
Divulgação
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A câmara técnica de sanidade agropecuária do Programa Oeste em Desenvolvimento (POD), reuniu seus integrantes nesta quarta-feira (10), para discutir algumas soluções, e direcionamentos à ações relacionadas à influenza. Atualmente o Brasil está totalmente livre da doença, no entanto, há focos em países vizinhos.

Há preocupação, segundo a diretora técnica do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, Sandra Finkler, que participa da câmara técnica, para manter a vigilância e evitar a contaminação. “Nosso país é um dos únicos sem a influenza”, observa. 

Outras pautas também foram discutidas, caso da raiva, da cigarrinha do milho, a vacinação contra a brucelose e a tuberculose, além do cadastro de rebanhos, aberto até dia 30 de junho.

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“São importante essas ações da câmara técnica de sanidade, principalmente, porque a nossa região é essencialmente agrícola e a cadeia produtiva depende do comércio do que é produzido”, destaca.

Cooperação para a sanidade

O coordenador da câmara técnica de sanidade agropecuária, Paulo Vallini, lembra que a principal missão do POD é promover o desenvolvimento econômico e sustentável da região oeste do Paraná por meio do engajamento, cooperação e de sinergia das pessoas, instituições públicas e privadas. “Para atingir esses objetivos foram criadas diversas câmaras técnicas como, por exemplo, o ambiente dos pequenos negócios, infraestrutura e logística, educação, inovação e conectividade, energia sustentabilidade, máquinas e equipamentos do agronegócio e sanidade agropecuária, onde são discutidos os assuntos pertinentes a cada uma dessas câmaras técnicas”, ressalta.

“Falando especificamente da nossa câmara técnica de sanidade agropecuária, tem sido muito importante a participação das entidades, incluindo o Conselho dos Lindeiros”, destaca Vallini.

Dentre as funções, a câmara técnica precisa estar vigilante, tendo em vista a potencialidade da região na produção de grãos e de transformação em proteína animal. A ameaça de pragas e doenças pode comprometer a produção e gerar um impacto na economia do Oeste do Paraná, com extensão para outras partes do Estado.

FONTE/CRÉDITOS: ASSESSORIA

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