O prefeito de Palotina, Rodrigo Ribeiro, anunciou que irá vetar o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal que cria o pagamento de vale-alimentação aos vereadores. A decisão foi confirmada durante entrevista concedida à Rádio Cultura.
De acordo com o chefe do Executivo, o posicionamento contrário ao benefício levou em conta manifestações e preocupações apresentadas por entidades e setores da sociedade palotinense. Segundo ele, a medida não atende ao interesse coletivo neste momento.
Rodrigo Ribeiro reforçou que a decisão reflete um compromisso com a responsabilidade administrativa e com o sentimento da população em relação ao uso de recursos públicos. O veto, conforme adiantado, será encaminhado formalmente ao Legislativo dentro do prazo legal.
Com isso, o projeto retorna à Câmara de Vereadores, que agora terá a prerrogativa de analisar o veto do prefeito. Os parlamentares poderão mantê-lo ou derrubá-lo, conforme os trâmites previstos na legislação municipal.
O tema ganhou repercussão na cidade e segue gerando debate sobre prioridades e gastos no poder público local.
SANTA HELENA
A câmara de vereadores de Santa Helena aprovou no apagar das luzes de 2025 matéria da mesma natureza, criando um vale- alimentação de mais de dois mil reais para vereadores.
O projeto que gerou revolta na população e principalmente trabalhadores da iniciativa privada que nem em sono recebem vale próximo a tal valor, teve posicionamento contrários dos vereadores Mauricio Weirich (MDB), Sandra Soethe (MDB) e Marcia Sotoriva (Progressista).
O vereador Francis Schley (UB), mesmo partido do presidente da câmara, Anderson Draghetti, foi um dos que aprovaram a benécie, mas que antes de findar o ano usou suas redes sociais para anunciar que vai declinar do recebimento do benefício aprovado.
Os demais vereadores, Aquilis Alba (UB), Adriana Grasseli (PSD), Paulo Vasatta (PSD), Paulo Zembrzuski (Republicanos) e o próprio presidente Anderson Draghetti (UB), que votaram favoráveis a criação do vale, até o fechamento desta matéria não haviam se manifestado sobre a desistência do recebimento do benefício de mais de dois mil reais mensais.
O UN segue a disposição para manifestação dos parlamentares citados.
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