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Segunda-feira, 25 de Maio de 2026
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Veja lista de pessoas e empresas do Paraná apontadas pela AGU como financiadoras dos atos em Brasília

Pelo menos 3 empresas do estado e 10 pessoas físicas são acusadas de financiarem transporte para atos de depredação nas sedes dos Três Poderes.

Veja lista de pessoas e empresas do Paraná apontadas pela AGU como financiadoras dos atos em Brasília
Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu que a Justiça Federal do Distrito Federal bloqueie os bens de 3 empresas e 10 pessoas físicas do Paraná acusadas de financiar o transporte dos envolvidos nos atos de terrorismo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O caso foi no último domingo (8). Veja lista abaixo.

Em todo o país, a AGU aponta que 52 pessoas e sete empresas estão envolvidas. Os pedidos de bloqueios somam R$ 6,5 milhões entre todos os citados pela AGU.

Segundo a AGU, o grupo teve “papel decisivo no desenrolar fático” dos ataques às sedes dos Poderes da República e, por isso, “devem responder pelos danos causados ao patrimônio público federal e derivados”. O órgão classificou os atos golpistas como um “episódio traumático na história do país”.

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Ainda de acordo com a AGU, a quantia bloqueada seria usada para ressarcir o poder público pelos danos causados aos prédios. Ainda não há, entretanto, condenação judicial neste sentido.

Confira a lista abaixo:

Empresas

  1. Associação Direita Cornélio Procópio, sediada em Cornélio Procópio (PR)
  2. RV da Silva Serviços Florestais LTDA, sediada em Piraí do Sul (PR)
  3. Sindicato Rural de Castro, sediado em Castro (PR)

Pessoas físicas

  1. Ademir Luis Graeff, de Missal (PR)
  2. Adriano Luis Cansi, de Cascavel (PR)
  3. Adriane de Casia Schmatz Hagemann, de Realeza (PR)
  4. Vanderson Alves Nunes, de Francisco Beltrão (PR)
  5. Marcelo Panho, Foz do Iguaçu (PR)
  6. Pedro Luis Kurunczi, de Londrina (PR) - veja o retorno
  7. José Roberto Bacarin, de Cianorte (PR)
  8. Ruti Machado da Silva, de Nova Londrina (PR)
  9. Leomar Schinemann, de Guarapuava (PR)
  10. Stefanus Alexssandro Franca Nogueira, de Ponta Grossa (PR)

Ao g1, a defesa de Pedro Luis Kurunczi (pessoa física) disse que ele cedeu o nome como responsável para fretar os ônibus que saíram de Londrina e foram a Brasília.

A defesa dele informou que Pedro Kurunczi recebeu dinheiro dos manifestantes em forma de Pix, mas não soube dizer a quantidade de ônibus fretados e os valores pagos.

A defesa também disse que o empresário não compactua com os atos de vandalismo que aconteceram em Brasília e informa, ainda, que a inocência dele será provada na Justiça.

Ademir Luis Graeff disse nesta quinta-feira, por telefone ao g1, que não participou nem financiou nenhum ato. Ele afirmou também estar surpreso de ter sido citado.

FONTE/CRÉDITOS: Por g1 PR — Curitiba
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