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Terça-feira, 09 de Junho 2026
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Polícia divulga fotos de pastor foragido acusado de coordenar assassinato de diretor de empresa a mando do CEO, no Paraná

Investigações apontam que Paulo Santos da Silva coordenou ataque a José Claiton Leal Machado a mando de Oséias Gomes de Moraes

Polícia divulga fotos de pastor foragido acusado de coordenar assassinato de diretor de empresa a mando do CEO, no Paraná
Foto: Polícia Civil
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A Polícia Civil do Paraná (PC-PR) divulgou fotos de Paulo Santos da Silva, homem que é conhecido como "Pastor Paulo" e é acusado de intermediar o assassinato do antigo diretor da rede de franquias Odonto Excellence a mando do CEO da empresa, Oséias Gomes de Moraes.

José Claiton Leal Machado foi morto a tiros em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, em 2022. Recentemente, Oséias foi indiciado como mandante do crime

Nesta terça-feira (19) a PC-PR divulgou os cartazes de foragido de Paulo, que é apontado como "coordenador" do homicídio, é réu na Justiça e tem um mandado de prisão em aberto.

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Segundo o delegado Luis Gustavo Timossi, o homem se apresenta como pastor evangélico e possui uma igreja registrada no próprio nome. A última informação sobre o paradeiro dele foi na cidade de Três Rios (RJ).

Quem tiver informações sobre o foragido pode fazer denúncias anônimas à polícia pelos telefones 197 ou 181, ou contatar a delegacia local pelo telefone (42) 3219-2770.

José Claiton Leal Machado era diretor da Odonto Excellence, rede milionária de franquias que possui mais de 1,3 mil clínicas odontológicas no Brasil e em outros países.

Segundo a polícia, ele foi alvo de uma emboscada enquanto chegava em casa no final da tarde de 19 de abril de 2022.

Ele estava entrando com o carro na garagem, com a filha dentro do veículo, quando foi atacado por dois homens. O executivo chegou a lutar com os criminosos e sacou a própria arma para tentar reagir, mas foi rendido e morto a tiros.

"O crime foi praticado através de uma ação coordenada e planejada, executada mediante emboscada em frente à residência da vítima. O mandante teria utilizado uma rede de intermediários e operadores financeiros para viabilizar a execução, realizada por terceiros já indiciados anteriormente", aponta Timossi.
FONTE/CRÉDITOS: G1PR

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